28/05/2024 às 18h59min - Atualizada em 28/05/2024 às 18h59min

Sobre a vida.

No artigo "Sobre a Vida", publicado na coluna Vida e Relação do Metrópole Regional, o professor e filósofo Anderson Santiago explora o intenso e pessoal processo do luto, particularmente após a perda de uma mãe.

VIDA & RELAÇÃO com Anderson Santiago

VIDA & RELAÇÃO com Anderson Santiago

Formado em filosofia e mestrado em filosofia pela Universidade Mackenzie, professor. Graduando em Direito pela Universidade São Judas.

VIDA E RELAÇÃO
Por: Anderson Santiago - [email protected]
Recentemente, Santiago enfrentou a própria perda de sua mãe e compartilha suas reflexões sobre como nunca estamos realmente preparados para essa experiência. Foto: Arquivo Pessoal

O luto é um processo emocional intenso e pessoal que ocorre após a perda de alguém querido, como a morte de uma mãe.

Cada indivíduo lida com o luto de maneira única, passando por fases que podem incluir negação, raiva, tristeza profunda e, eventualmente, aceitação.

Perder uma mãe é uma das experiências mais dolorosas que alguém pode enfrentar, pois ela representa amor, cuidado e segurança.

É importante permitir-se sentir a dor e buscar apoio em familiares, amigos ou profissionais. Expressar as emoções, seja através de conversas, escrita ou outras formas de arte, pode ajudar no processo de cura.

Manter viva a memória da mãe, lembrando dos momentos felizes e dos ensinamentos que ela deixou, também é uma maneira de encontrar conforto. Lidar com o luto é um caminho longo e desafiador, mas com tempo e apoio, é possível encontrar uma nova forma de viver, carregando as lembranças queridas no coração.


 

Recentemente tive a experiência de perder minha querida mãe, confesso que em alguns momentos da vida nos acreditamos que esse momento não chegaria, no entanto chegou e agora? O que fazer?

Nunca estaremos preparados, no entanto o que podemos fazer é reconhecer a necessidade de passar pelo luto e não viver dele.

Devemos considerar as cinco fases que ele nos apresenta sendo elas: Negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Reitero, devemos passar por todas essas cinco fases respeitando todos nosso limites e necessidades de chorar, não compreender o que está acontecendo, porem entender que e uma fase e não um estilo de vida.


“Nisto erramos: em ver a morte à nossa frente, como um acontecimento futuro, enquanto grande parte dela já ficou para trás. Cada hora do nosso passado pertence à morte”.

Sêneca.
 

Por Anderson Santiago.

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