24/06/2024 às 16h23min - Atualizada em 24/06/2024 às 16h23min

Podcast do Portal Destaque Regional aborda inelegibilidade do ex-prefeito de Cajamar

Segundo Dênis Lima, o ex-prefeito encontra-se inelegível perante a justiça eleitoral, o que impossibilita qualquer tentativa de candidatura até 2027.

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METRÓPOLE REGIONAL
O advogado Denis Lima explicou que essa condição de inegebilidade é resultado de três condenações por improbidade administrativa com trânsito em julgado entre 2017 e 2019. Foto: Arquivo/Metrópole Regional
Na última sexta-feira, 14 de junho, o jornalista Fernando Crus do Portal Destaque Regional realizou um podcast que trouxe à tona um tema polêmico e de grande interesse para a população de Cajamar: a inelegibilidade do ex-prefeito Antônio Carlos Oliveira Ribas de Andrade. O programa contou com a participação dos advogados Edmilson Lima e Dênis Lima, especialistas renomados em justiça eleitoral.

Durante o podcast, o advogado Dênis Lima abordou a situação do ex-prefeito Antônio Carlos Oliveira Ribas de Andrade, conhecido como Toninho Ribas, esclarecendo a questão da sua inelegibilidade. Segundo Dênis Lima, o ex-prefeito encontra-se inelegível perante a justiça eleitoral, o que impossibilita qualquer tentativa de candidatura até 2027. Ele explicou que essa condição é resultado de três condenações por improbidade administrativa com trânsito em julgado entre 2017 e 2019. 

O advogado Dênis Lima explicou a inelegibilidade do ex-prefeito de Cajamar, Antônio Carlos Oliveira Ribas de Andrade, conhecido como Toninho Ribas, devido a três condenações por improbidade administrativa com trânsito em julgado entre 2017 e 2019. Lima detalhou que a inelegibilidade ocorre quando uma pessoa não está em conformidade com a justiça eleitoral, seja por multas não quitadas, condenações criminais ou por improbidade administrativa. Destacou ainda que, embora Ribas não tenha condenações criminais, as condenações por improbidade o tornam inelegível até 2027, impedindo-o de registrar sua candidatura. Lima também esclareceu a diferença entre certidões criminais e de improbidade administrativa, explicando que a inelegibilidade conta-se a partir do trânsito em julgado, quando não cabe mais recurso.

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