04/11/2022 às 11h52min - Atualizada em 04/11/2022 às 11h52min

Mente e corpo em harmonia: como as terapias holísticas podem ajudar

Técnicas holísticas podem ser importantes aliadas no processo de cura.

Da Redação - [email protected]
Metrópole Regional
Para a terapeuta Mônica Pazin, que também atua com aromaterapia, os óleos essenciais podem promover melhora em quadros de ansiedade, depressão e distúrbios do sono Foto: Divulgação
Em meio a um período de incertezas, tensão e preocupações, técnicas de relaxamento são cada vez mais procuradas para aliviar o cansaço do cotidiano. 
 
Entre as alternativas, estão as chamadas terapias holísticas. Nelas, a vida e o ser humano são tratados de forma multidimensional, ou seja, o indivíduo é visto como um todo, tanto no âmbito físico quanto no mental, no emocional e, até mesmo, no espiritual. Por isso, os métodos holísticos costumam se diferenciar dos tradicionais, complementando a medicina, mas não a substituindo.
 
As terapias holísticas são recursos muito importantes em relação à saúde mental e ao bem-estar. Elas são classificadas como terapias integrativas e complementares, então são formas de sair um pouco do eixo da medicina convencional, diminuindo a necessidade do uso de muitas medicações, por exemplo”, explica a especialista em terapias holísticas, Mônica Pazin 
 
Segundo a profissional, a presença de sintomas como estresse e ansiedade aumentou significativamente nos últimos anos principalmente durante a pandemia da covid-19. “Um dos principais benefícios das práticas complementares é a melhora das condições gerais da saúde, uma vez que muitas doenças são ocasionadas em decorrência do estresse”, pontua Pazin.
 
A terapeuta, que é também membro do IBRATH instituto brasileiro de terapias holísticas que o auto cuidado da mente e do corpo são fundamentais para uma qualidade de vida e saúde. 
 
“É importante, ao longo do dia, criar pequenas pausas. E, nessas pausas, notar como estamos e o que estamos sentindo. Para isso, basta parar por um minuto, pequenos momentos de autocuidado já fazem uma enorme diferença. A falta de tempo é uma das maiores formas de autoviolência da vida moderna”, afirma.

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