03/03/2023 às 20h27min - Atualizada em 03/03/2023 às 20h27min

Estado de SP desobriga o uso de máscara contra a covid-19 dentro de ônibus

Medida foi adota com base no número de casos da doença e de internações

Reportagem Ricardo Rodrigues Pazin - [email protected]
Metrópole Regional
Em Cajamar, o uso de máscara no transporte coletivo é apenas recomendado pela Prefeitura; atualmente, poucas pessoas se valem da proteção.
Os usuários de ônibus no Estado de São Paulo não precisam mais usar a máscara facial como proteção contra a covid-19. O anúncio foi feito na quinta-feira (2) pelo Palácio dos Bandeirantes, sede do governo, e entra em vigor a partir da publicação no Diário Oficial, o que deve acontecer ainda nesta sexta-feira.

O uso de máscara, no entanto, segue obrigatório nos serviços de saúde, seja ele público, privado ou filantrópico. A decisão, segundo nota divulgada pela assessoria do governo, se deu após reunião do Comitê Científico e a medida prevê que o uso passe a ser recomendado principalmente para públicos de risco específicos.
 
Em Cajamar, o uso do protetor facial no transporte público coletivo é apenas recomendado, e não mais obrigatório. Portanto, a medida anunciada na quinta-feira (2 ) pelo governo será seguida e não produzirá qualquer alteração no município.
 
Unidades de Saúde 
 
O município mantém a obrigatoriedade do uso de máscaras nas unidades de saúde, farmácia municipal 24 horas, UPA e Hospital Municipal, principalmente para públicos de risco específicos, como idosos, pessoas com imunodeficiência, com doenças crônicas (comorbidades) e sintomas respiratórios. 
 
A Secretaria de Saúde de Cajamar, informou por meio de nota que monitora a pandemia diariamente, com base nos indicadores de casos e internações. O Departamento de Vigilância em Saúde orienta que as pessoas mantenham o esquema vacinal completo. Inclusive, a cidade iniciou na última segunda-feira a vacinação de reforço contra a covid-19 com a dose da vacina Pfizer bivalente.

Inicialmente, o público-alvo definido pelo Ministério da Saúde é composto por idosos maiores de 70, moradores de Instituições de Longa Permanência (ILP), pessoas imunocomprometidas, indígenas, populações ribeirinhas e quilombolas, pessoas que tenham tomado ao menos duas doses do esquema vacinal, sendo a última há, no mínimo, quatro meses. 

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